Bolsas da Europa fecham sem direção única com comércio e indicadores


As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta quinta-feira (28) depois de uma sessão volátil influenciada tanto por maior otimismo comercial, com relatos de que a China teria feito ofertas inéditas aos Estados Unidos nas negociações, quanto por indicadores da região abaixo do esperado. O Stoxx-600 registrou queda de 0,12%, a 376,84 pontos.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,56%, a 7.234,33 pontos; o DAX, em Frankfurt, subiu 0,08%, a 11.428,16 pontos; em Paris, o CAC 40 registrou queda de 0,09%, 5.296,54 pontos; o FSTE MIB, de Milão, caiu 0,53%, a 21.080,97 pontos; o Ibex 35, de Madri, recuou 0,60%, a 9.174,70 pontos; e o PSI 20, em Lisboa, ganhou 0,17%, a 5.177,40 pontos.

Relatos de que a China fez propostas inéditas nas negociações comerciais com os EUA, retomadas nesta quinta em Pequim, animaram a maioria dos mercados europeus durante a manhã. Um dos pontos abordados por negociadores asiáticos teria sido relacionado à transferência de tecnologia, um dos principais pontos de impasse bilateral.

Por outro lado, investidores acompanharam a queda do índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, ao menor nível desde outubro de 2016, segundo dados de março publicados pela Comissão Europeia. Além disso, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha subiu de forma menos acentuada na comparação mensal e anual de março.

Em Frankfurt, o destaque ficou com a queda na ação do Deutsche Bank (-3,42%), após o jornal britânico Financial Times publicar que o maior banco da Alemanha considera um aumento de capital de até 10 bilhões de euros como parte de uma possível fusão com o concorrente Commerzbank (-3,32%).

A queda da libra também colaborou para a alta da bolsa de Londres, enquanto a moeda espera por direcionamentos em relação ao Brexit. A líder da Câmara dos Comuns do Reino Unido, Andrea Leadsom, confirmou que haverá um debate nesta sexta-feira no Parlamento sobre o projeto de lei relativo ao Brexit, mas não deixou claro se uma nova votação será realizada sobre o acordo completo negociado pela primeira-ministra Theresa May com a União Europeia (UE).



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