Bolsas da Europa fecham em alta com dados positivos da indústria chinesa


As bolsas europeias fecharam em alta nesta segunda-feira (1º), impulsionadas pela divulgação de indicadores econômicos que surpreenderam positivamente na China, nos Estados Unidos e no Reino Unido. O índice Stoxx-600 registrou alta de 1,21%, a 383,64 pontos.

Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,52%, a 7.317,38 pontos. Já o DAX, de Frankfurt, avançou 1,35% hoje, para 11.681,99 pontos. Em Paris, o CAC 40 registrou alta de 1,03%, a 5.405,53 pontos. O FTSE MIB, de Milão, subiu 1,10%, a 21.520,25 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve alta 1,10%, a 9.341,70 pontos. O PSI 20, de Lisboa, subiu 1,00%, a 5.258,41 pontos.

O primeiro indicador a melhorar o humor do mercado foi o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria da China, que subiu de 49,9 em fevereiro para 50,8 em março segundo a IHS Markit, contrariando a previsão dos analistas consultados pela Trading Economics, de queda.

A leitura acima de 50 aponta a primeira expansão da indústria chinesa em quatro meses, amenizando as preocupações do mercado com a desaceleração global da economia, que vem promovendo cautela entre os investidores.

Na mesma linha, nos EUA, o PMI industrial medido pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM) subiu para 55,3 em março, acima da previsão de analistas.

Além disso, o PMI industrial do Reino Unido subiu para 55,1 em março, atingindo o maior nível em 13 meses de acordo com a pesquisa da IHS Markit em parceria com a CIPS, dando força à libra, que vem sendo pressionada pelos contratempos do Brexit.

Entre as principais ações do pregão, destacam-se as mineradoras, impulsionadas pelas informações vindas da China. A BHP subiu 2,91%, a Rio Tinto avançou 2,35% e a Glencore ganhou 2,59%.

Em meio às incertezas do Brexit, chama atenção a queda no valor das ações da Easy Jet, importante companhia aérea britânica que perdeu 9,71% após o CEO da empresa, Johan Lundgre, afirmar que os custos de combustível e o enfraquecimento da demanda por passagens aéreas é fruto das indefinições sobre a saída do Reino Unido da União Europeia.



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