Bolsas da Europa fecham majoritariamente em alta com payroll nos EUA


Os mercados acionários europeus encerraram a sessão desta sexta-feira, 3, majoritariamente em alta, apoiados por dados mais fortes do que o esperado na criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que o crescimento salarial ficou aquém das expectativas. O movimento, porém, foi contido diante de dados inflacionários acima do esperado na zona do euro em abril e o Stoxx 600 fechou em alta de 0,39%, com 390,37 pontos, o que indica queda de 0,16% na semana.

O Departamento do Trabalho dos EUA divulgou nesta sexta-feira que a economia americana criou 263 mil postos de trabalho no país em abril e que a taxa de desemprego caiu para 3,6%, o menor nível desde 1969. Mesmo nesse cenário de forte aperto do mercado de trabalho, o crescimento dos salários no país desapontou ao ser de 3,2% na comparação anual de abril ante 3,3% projetados por analistas.

Assim, a diferença com a inflação na zona do euro se fez presente. O núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da região avançou 1,2%, o resultado mais alto desde outubro.

Com a inflação mais elevada na zona do euro, papéis de bancos foram favorecidos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,18%, a 5.548,84 pontos, mas teve queda semanal de 0,37%. O papel do BNP Paribas avançou 0,53%, enquanto o do Société Générale subiu 1,13%. Em Frankfurt, o DAX ampliou 0,55%, a 12.412,75 pontos, com ganho de 0,79% na semana. Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,40%, a 7.380,64 pontos, embora tenha caído 0,64% na semana.

Em Milão, o FTSE MIB registrou alta de 0,24%, a 21.763,48 pontos, enquanto na semana avançou 0,12%. Já o PSI 20, em Lisboa, caiu 0,12%, a 5.379,50 pontos, e apresentou perda semanal de 0,75%, enquanto o Ibex 35, de Madri, recuou 0,09%, a 9.409,60, e caiu 1,01% na semana.



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