Bolsas da Europa fecham sem direção única, com EUA-China e indústria alemã


Os mercados acionários da Europa fecharam sem sinal único nesta quarta-feira (8), com o índice Stoxx 600 em alta de 0,15%, a 382,23 pontos. Investidores acompanharam o aceno positivo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as negociações sino-americanas, embora ainda se mantenham as incertezas, e indicadores locais.

Trump confirmou, via Twitter, que o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, irá a Washington esta semana « para fazer um acordo », pouco antes da porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmar que o gigante asiático deu sinais de que deseja chegar a um entendimento bilateral.

As informações deram um alívio aos mercados, mas os ganhos foram limitados pela cautela um dia antes da retomada das negociações, nesta quinta-feira. Na sexta-feira, Trump afirmou que as tarifas sobre US$ 200 bilhões em bens chineses serão elevadas.

Em Frankfurt, o DAX liderou os ganhos, com alta de 0,72%, a 12.179,93 pontos, após a produção industrial apontar alta inesperada em março, o que retoma a perspectiva de recuperação da maior economia local. Para o JPMorgan, os dados « são um passo na direção certa após uma série de divulgações decepcionantes da indústria alemã ».

Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,15%, a 7.271,00 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, ganhou 0,40%, a 5.417,59 pontos. Em Milão, contudo, o FTSE MIB caiu 0,07%, a 21.203,86 pontos. Ao mesmo tempo, nos Ibéricos, o Ibex 35 caiu 0,09%, para 9.227,00 pontos, enquanto o PSI 20 recuou 0,63%, a 5.200,23 pontos.



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