Endividamento da Petrobras apontado por dívida líquida/Ebitda atinge 3,19 vezes


O indicador de endividamento da Petrobras medido pela relação entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado atingiu 3,19 vezes em março de 2019, ante 2,34 vezes em dezembro e 3,52 vezes um ano atrás, em março de 2018. Os dados consideram o novo padrão contábil IFRS16. Sem contar o novo padrão contábil, o indicador estaria em 2,37 vezes no fim de março.

« A desalavancagem é prioridade para a Petrobras, cuja meta é reduzir o índice dívida líquida/Ebitda ajustado para 1,5 vez em 2020, considerando os efeitos do IFRS16. Em 31 de março de 2019, o endividamento bruto em reais recuou 6%, principalmente em decorrência da amortização de dívidas. O endividamento líquido e o índice dívida líquida sobre Ebitda ajustado aumentaram em função da adoção do IFRS16 », diz o balanço publicado nesta noite de terça-feira (7).

O balanço informa que os arrendamentos mercantis, medidos pelo IFRS16, somaram R$ 105,979 bilhões no fim de março de 2019.

A dívida bruta total – que não considera o IFRS16 – atingiu R$ 307,099 bilhões, com recuo de 9,7% ante o montante observado em março de 2018 e baixa de 5,8% ante dezembro de 2018. A dívida líquida da petroleira atingiu R$ 372,232 bilhões, com alta de 43% ante março de 2018 e de 38,4% em relação a dezembro.

A parcela do endividamento em dólar subiu de 74% no final de 2018 para 76% em março de 2019, enquanto a parcela em reais caiu de 19% para 17%.



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