Bolsa sobe 1,28% com melhora de percepção com Previdência


As recentes movimentações do governo em busca de obter apoio para a reforma da Previdência foram cruciais para a recuperação dos preços no mercado de ontem. Depois das duas quedas consecutivas, determinadas pela aversão ao risco no mercado internacional, o Índice Bovespa encontrou no noticiário político doméstico o fôlego para fechar em alta de 1,28%, aos 95.596 pontos. Os negócios somaram R$ 15,3 bilhões.

Os ganhos do Ibovespa foram puxados principalmente pelas ações da Petrobras e as do setor financeiro. No caso dos bancos, os ganhos robustos foram relacionados à recomposição das perdas dos últimos dias, uma vez que esses papéis foram os mais castigados pela onda de aversão ao risco. Banco do Brasil ON subiu 2,22%, Bradesco PN avançou 2,07% e Itaú Unibanco PN ganhou 1,13%. No caso de Petrobras, os ganhos de 3,42% (ON) e 3,87% (PN) foram atribuídos a declarações do presidente da companhia, Roberto Castello Branco, que garantiu que « as notícias são boas em abril e no futuro », destacando redução no endividamento da estatal. Além disso, a quarta-feira foi de alta dos preços do petróleo, o que contribuiu para o impulso das ações da petroleira. As ações da fabricante de armas Taurus fecharam com alta de 23,51%, movimento puxado pelo decreto da presidência de República que amplia o acesso ao porte de armas a outras categorias profissionais.

Depois de dois pregões seguidos de alta, em que chegou a flertar com os R$ 4,00 o dólar recuou na sessão de ontem. Afora uma pequena alta pela manhã, a moeda passou o dia em queda e, com mínima de R$ 3,9259, encerrou cotado a R$ 3,9331, recuo de 0,91%.



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