Bolsas da Ásia fecham em alta, com Tóquio apoiada por exportadoras do Japão


As bolsas asiáticas fecharam com ganhos nesta terça-feira (28), após uma sessão sem sinal único no pregão anterior. As praças chinesas ganharam fôlego na reta final do dia, enquanto Tóquio foi impulsionada por papéis de exportadoras japonesas.

Na China, a Bolsa de Xangai fechou em alta de 0,61%, em 2.909,91 pontos, e a de Shenzhen, de menor abrangência, subiu 0,53%, a 1.612,31 pontos. As ações chinesas chegaram a perder força à tarde, mas se recuperaram nos minutos finais do pregão. Papéis ligados à montadora americana Tesla, de carros elétricos, subiram diante da expectativa pelo possível lançamento de um novo modelo de veículo dela. O JPMorgan, porém, cortou sua previsão para até meados de 2020 de um índice de ações grandes e médias da China, o MSCI China, diante das tensões comerciais com os Estados Unidos. A notícia, de qualquer modo, não impediu o cenário positivo desta terça.

O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, fechou em alta de 0,37%, em 21.260,14 pontos. O dólar ainda valorizado ante o iene continuou a ajudar ações de exportadoras do Japão. Companhias dos setores de itens elétricos e equipamentos de transportes avançaram, mas mineradoras caíram. Nissan subiu 2%, apoiada pela notícia de que a Fiat e a Renault podem realizar uma fusão. A Renault é proprietária de 43% das ações da Nissan e as duas montadoras mantêm uma parceria.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,38%, para 27.390,81 pontos. Após cair em cinco dos sete dias anteriores de negócios, a praça local subiu, com Tencent em alta de 0,6%, interrompendo uma sequência de oito baixas seguidas. Incorporadoras avançaram, com CR Land e Country Garden ambas com ganhos de quase 2%. Ações ligadas a cassino de Macau também reagiram, com Galaxy e Wynn Macau ambas subindo mais de 2,5%. Já China Mobile caiu 1,5%.

Na Bolsa de Seul, o índice Kospi fechou com ganho de 0,23%, em 2.048,83 pontos, interrompendo uma sequência de três dias de baixas. Hyundai Motor subiu 1,1% e papéis de construtoras também avançaram.

Em Taiwan, o índice Taiex foi na contramão dos demais e recuou 0,21%, a 10.312,31 pontos. Largan subiu 1,5%, mas Catcher caiu na mesma faixa e atingiu novas mínimas em 5 anos e meio. Mega e Cathay, do setor financeiro, caíram ambas quase 1%.

Na Oceania, na Bolsa de Sydney o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,51%, em 6.484,80 pontos. Ações de mineradoras ajudaram a praça da Austrália. Rio Tinto subiu 2,2% e atingiu sua mais recente máxima em 11 anos, apoiada pelo preço do minério de ferro, enquanto o setor de tecnologia da informação também se saiu bem.



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