Argentinos e paraguaios reforçam caça a outras duas nuvens de gafanhotos


Ao mesmo tempo em que faz verificações de gafanhotos que sobreviveram às pulverizações na província de Entre Rios, em Federación, e que teria eliminado mais de 80% da nuvem, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) se divide em ações no outro extremo do país. Distante cerca de 700 quilômetro de Entre Rios, na província do Chado, no norte, os técnicos seguem rastreando a segunda nuvem, na região do parque El Impenetrable.

De acordo com informações compartilhadas no Brasil pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), essa nuvem seria ainda maior do que a primeira, alcançando 20 km2 em voo, ante 15 km2 da antecessora. E ainda trabalham com a busca por uma terceira nuvem, que estaria no Paraguai, em parceria com o Serviço Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal e de Sementes paraguaio (Senave).

As equipes da Senasa trabalham em Chaco e Formosa para encontrar a localização da nuvem que entrou no Paraguai e foi detectada, ainda na segunda-feira passada, pelas ações de vigilância da agência. A nuvem rapidamente atravessou a província de Formosa e entrou na região do Chaco. Com aparente baixa mobilidade, no sábado teria retornado a Formosa de acordo com o alerta de informantes ao sul de Pozo del Tigre, e ontem cruzou o rio Bermejo novamente para voltar à província de Chaco.

O trabalho, informaram as entidades, está sendo realizado em áreas de difícil acesso, nas proximidades do Parque Nacional El Impenetrable, para o qual, mais uma vez, é fundamental o trabalho dos sensores e informantes do Programa Nacional de Gafanhotos e Tucuras da Senasa em toda a área.







Onde esto as outras nuvens


Novas nuvens est


Amea agora est mais ao norte da Argentina
Reproduo Senasa/Sindag


A última localização aproximada da nuvem ao norte da Argentina, informada pelo Paraguai, indica que os insetos exige esforços em duas frentes

No norte, onde a Senasa faz buscas por uma das novas nuvens, o trabalho está centrado a mais de 700 km do atual foco, na fronteira com o Rio Grande do Sul.

Conforme as correntes de vento e da temperatura, os insetos podem permanecer na Argentina ainda por um bom tempo, assim como podem migrar para o Brasil ou mesmo regressar ao Paraguai, como já ocorreu antes.

Na proximidade com o Rio Grande do Sul, o risco ainda não está completamente eliminado para o futuro, já que pode ter ocorrido postura ao longo dos deslocamento e surgirem, em alguns meses, nova onda de ataques dos insetos na região.

Fonte: Sindag e Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul





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